sábado, 24 de setembro de 2011

Katy Perry e Claudia Leitte arrasam no rock in rio!

Postado por Malu Corrêa às 00:05 0 comentários

Lindo! Isso que tenho a dizer, LINDO! As roupas LINDAS, maravilhoso, as mudanças de roupa da Katy, e a belíssima roupa e seus acessórios da Claudia. Fiquei espantada com tanta arrumação e os palcos, MARAVILHOSOSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!

Katy no final do show:





                                  detalhes finais no palco de Katy( que estava LINDÍSSIMO!): 




                                          
                                                                Claudia Leitte!

Aquela roupa dela estava maravilhosa, com toda aquela placa de cristal, e as acrobacias e corografias, e o corpo dela esta: P-E-R-F-E-I-T-O!
Amei!




bjus! Tem mais depois!




sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Rock in Rio! A espera, acabou.

Postado por Malu Corrêa às 15:21 0 comentários
é isso ae galera as 14:00 os portões do rock in rio 2011 se abriram e a multidao entrou. daqui a pouco postarei mais sobre o rock in rio, enquanto isso ouve a radio aqui do lado!

Passeie pelo blog, entre em outros blogs sugeridos ali em cima. DIVIRTA-SE!






quarta-feira, 18 de maio de 2011

Hermanoteu na terra de Godah

Postado por Malu Corrêa às 18:44 0 comentários
CORRE NEGADA!! MATA TODO MUNDOO! O MAR ABRIU NO MEIO!!!


beijinhux

fico assim sem voce...

Postado por Malu Corrêa às 18:29 1 comentários
ei, voce sabe quem é. Voce sabe que é importante para mim, eu fico assim sem voce. Sem vida, sem alma, coração vazio. Eu nao preciso preencher todas as linhas, se uma musica pode expressar meus sentimentos por voce... Para sempre ok?


um beijo meu fofuchux!

terça-feira, 17 de maio de 2011

perguntei a um sabio...

Postado por Malu Corrêa às 20:02 3 comentários
Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele disse-me esta verdade…
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

William Shakespeare..

a pessoa que ler sabe quem é....
eu te adoroo viu?

bjus!

ultimo episodio da segunda de glee

Postado por Malu Corrêa às 19:22 0 comentários
é hoje! ultimo episodio da temporada de glee! quem morre?

Educação Fisica - cuidado!

Postado por Malu Corrêa às 19:00 2 comentários
que drogaaaa, me empurram na ed. fisica e levei tres pontos! cuidadooo

domingo, 8 de maio de 2011

Parabéns Mães!

Postado por Malu Corrêa às 11:46 0 comentários

Mães, quando nós nascemos dizem que somos lindas, perfeitas e queridas, e quando crescemos, dizem que somos iresponsaveis e sem consideração por ela. Mais mãe, nós te amamos, nõ importa seu comentario. Parabéns.

Glee canta versão de "friday" de Rebecca Black

Postado por Malu Corrêa às 00:16 0 comentários
é gente, parece que rebecca não ficou pra tras! Glee ira cantar no penultimo episodio da segunda temporada a musica friday de rebecca brack que foi posta no youtube...
Uau!
ai segue o video da versão de glee:



xoxo,

malu!

terça-feira, 3 de maio de 2011

: ) : D : ) : D : ) :D

Postado por Malu Corrêa às 21:58 0 comentários

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Atenção!

A moda esse ano é:
ANOS 40 E 50!
Então desenterre as roupas da sua avó do guarda-roupas e saia na rua vestindo-as!
A coleção esta M-A-R-A-V-I-L-H-O. E a masculina... De arrasar!

*A coleção feminina, vem cheia de novidades, inspirada na vida do campo, com peças em tricô, xadrez, malha e jeans. Já outras peças em florais, romantismo em tons suaves e com rendas. Camisa, Calça de alfaiataria, cintura alta com cores neutras, são os ícones dessa temporada. Para as mulheres mais alinhadas, opções em cardigã, casacos 3/4 e sueters trabalhados a mão; para quem prefere visual moderno e mais arrojado, mistura de pele sintética, couro e tricô. Para todos os estílos e gostos, você vai encontrar na renner 2011.


*A linha de calçados femininos traz modelos em sapatos oxford, que continuaram em alta nesse inverno e uma variedade em botas. Os acessórios também estaram em alta, muitos modelos para fazer grandes composições.

Então, meninas!
Pegue sua bolsa e va para a renner!

:_)










terça-feira, 26 de abril de 2011

Comer, rezar e amar

Postado por Malu Corrêa às 00:07 0 comentários
Resenha divulgada

Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert (frases) tinha tudo que uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz: acabou pedindo divórcio e caindo em depressão. O livro Comer, Rezar, Amar é o relato da autora sobre o ano em que viajou ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal.

Editora: Objetiva
Autor: ELIZABETH GILBERT
ISBN: 9788573028928
Origem: Nacional
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 342
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

XoXo,

Malu!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

1822

Postado por Malu Corrêa às 16:10 0 comentários
1822 - Laurentino Gomes


Sinopse do livro 1822:

"Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil - um país que tinha tudo para dar errado."

Nesta nova aventura pela História, Laurentino Gomes, o autor do best-seller "1808", conduz o leitor por uma jornada pela Independência do Brasil. Resultado de três anos de pesquisas e composta por 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época, a obra cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, e 1834, ano da morte do imperador Pedro I.

"Este livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822", explica o autor. "A Independência resultou de uma notável combinação de sorte, acaso, improvisação, e também de sabedoria de algumas lideranças incumbidas de conduzir os destinos do país naquele momento de grandes sonhos e perigos".

Autor: Laurentino Gomes
Editora: Nova Fronteira
Categoria: Geografia e Historia / Historia do Brasil
Número de páginas: 328

XoXo,

Malu!

1808

Postado por Malu Corrêa às 16:08 0 comentários
1808 - Laurentino Gomes (A Fuga da Família Real para o Brasil)

Depois de uma exaustiva pesquisa em fontes as mais diversas durante mais de 10 anos, Laurentino Gomes nos brinda com esta narração definitiva sobre a fuga da Família Real Portuguesa para o Brasil, sob a escolta da Marinha Britânica.



Antecedentes



Portugal – uma das nações mais atrasadas da Europa em inícios do século XIX – encontrava-se freqüentemente diante da possibilidade concreta, estimulada e aconselhada por muitos a ter a sede de seu governo transferida para o Brasil, colônia da qual se tornara totalmente dependente. A cada crise no Continente Europeu a idéia se renova, mas somente a partir dos ecos da Revolução Francesa, mais particularmente em seu período Napoleônico, a idéia ganhou força e premência. Com maior vigor a partir de 1801 a idéia freqüentemente era cogitada. No entanto o Príncipe Regente D. João era fraco demais – inclusive fisicamente – medroso demais e indeciso demais para adotar medida de tão graves monta e repercussão.



Os monarcas “perdem a cabeça”



O Rei Jorge III, da Inglaterra, tinha ataques constantes de demência, amplamente relatados: trazia ao colo uma almofada que informava ser uma criança; criou uma “Nova Teoria da Santíssima Trindade” incluindo a si mesmo e a um criado, além de Deus; passava por vezes 3 dias sem dormir, tempo durante o qual passava a maior parte do tempo falando sem parar – e poucos compreendiam bem o que exatamente estava ele a dizer.

Em Portugal, D. Maria I, a Rainha Mãe, informava ver o fantasma de seu pai com freqüência, ensangüentado e clamando vingança; seus gritos – talvez a palavra “urros” expresse melhor o volume em que se expressava durante os ataques de demência – eram tão lancinantes que ela foi recolhida a um convento, declarada demente e seu segundo filho, despreparado para assumir o trono, D. João, foi nomeado Príncipe Regente.

Na França e em outros pontos da Europa reis e rainhas eram decapitados. Como bem o enfatiza Laurentino Gomes, “era um tempo em que os monarcas, literal e metaforicamente, perdiam a cabeça”



Decisão às pressas



Somente quando pressionado pelo avanço das tropas napoleônicas do General Junot, em fins de 1807 e pressionado pela Inglaterra, a decisão foi tomada de maneira tão apressada e atabalhoada que muitos bens dos fugitivos para o Brasil ficaram empilhados no cais: bagagem, livros da Real Biblioteca, prataria saqueada de igrejas, etc. Além disso, as embarcações vieram todas apinhadas de gente, sem os cuidados técnicos necessários a uma tão longa travessia (levaria cerca de 3 meses para atravessar o Atlântico nas rústicas naus da época): pelo menos dois navios sequer conseguiram zarpar e o suprimento dos que zarparam no dia 29 de novembro de 1807 mal eram suficientes para 2 ou 3 semanas. Foi sem dúvida uma fuga apressada e decidida às pressas e, sem a escolta britânica a prover quase tudo o que faltava, a viagem estaria fadada a uma tragédia.








Napoleão Bonaparte - imbatível durante 2 décadas - Gênio Militar e uma Força da Natureza

Travessia conturbada e escala em Salvador



Enfrentando as saunas em que os navios selados da época se transformavam nos Trópicos, com água e refeições racionadas, condições sanitárias precaríssimas, a Corte e seus inúmeros lacaios e bajuladores – de ministros a clérigos e oportunistas com suas numerosas famílias – penou 3 meses de céu e mar. O escorbuto (falta de vitamina C) e outras moléstias ceifaram vidas, uma infestação de piolhos obrigou a todos a raspar a cabeça, uma tormenta provocou um desvio de rota que a muito custo foi retificada – sempre com o apoio logístico da Marinha Britânica – e finalmente, a 22 de janeiro de 1808 os navios aportaram em Salvador.

Um fato curioso é que a princesa Carlota Joaquina, suas filhas e damas da corte desembarcaram com uns turbantes rústicos enrolados na cabeça para disfarçar a calva a que foram reduzidas pela infestação de piolhos. As damas da sociedade soteropolitana consideraram ser aquela uma moda européia e aderiram com tal entusiasmo que até hoje as Baianas usam a indumentária...



A escala em Salvador proporcionou momentos de repouso após viagem tão longa e penosa e, aconselhado pelos seus ministros, D. João decidiu receber autoridades do Norte-Nordeste Brasileiro para as esquisitas cerimônias de “beijão-mão”: filas de fidalgos esperando a vez para oscular as extremidades dos braços do Príncipe Regente – uma constante na vida de D. João, que exigia estas demonstrações de fidelidade e submissão com regularidade enquanto governou. Era preciso fortalecer os vínculos entre as províncias do Brasil colônia que, aos poucos, viria a se transformar numa nação, sede do governo português no exílio.



Um príncipe indeciso, medroso, fraco que, no entanto, enganou Napoleão...

A chegada ao Rio de Janeiro



No dia 7 de março de 1808 a esquadra de D. João chega à Baía de Guanabara, mas o desembarque ocorre somente no dia seguinte. Os puxa-sacos que sempre cercam esse tipo de acontecimento no Brasil prepararam uma recepção retumbante, com muitos tiros de canhão, fogos de artifício e festas populares para saudar “a chegada do primeiro monarca Europeu a terras americanas”.

Portugal foi saqueada pelos fugitivos de Napoleão antes de embarcar para o Brasil, mas mesmo assim os recursos eram insuficientes para sustentar uma das maiores cortes que qualquer monarca da época ousava manter em torno de si. Todos dependentes dos cofres governamentais e sequiosos de um enriquecimento rápido por aqui para uma volta a Portugal à primeira oportunidade.

Casas foram requisitadas pela coroa portuguesa que nelas colava cartazes com as iniciais P.R. (casa requisitada pelo Príncipe Regente) que a irreverência carioca rapidamente entendeu como “Ponha-se na Rua!” Os impostos foram aumentados a níveis até então inusitados; nada comparável aos 40% que os brasileiros pagam hoje para os mensaleiros e sanguessugas e portadores de cartões corporativos de Lula da Silva, mas uma taxação severa para a época e, tal qual hoje, todos desconfiavam que os impostos não seriam empregados para o bem público e sim para o benefício privado dos dependentes do governo.



Um príncipe frouxo e uma princesa irascível: uma união com tudo para jamais dar certo...



Medidas progressistas



Uma vez que a sede do governo português situava-se no Rio de Janeiro, foram necessárias algumas medidas – muitas das quais adrede acertadas com a Inglaterra pela “cortesia” da escolta – progressistas para a época, como a Abertura dos Portos às Nações Amigas, decreto Régio de 28 de janeiro de 2008. “Nações Amigas” eram basicamente Portugal e a Inglaterra. Pelo acordo acertado com antecedência, o Brasil seria o principal escoadouro do excedente comercial britânico e a Inglaterra contava com benefícios alfandegários ainda superiores aos dos portugueses. Em pouco tempo os cais brasileiros estavam atulhados de coisa absolutamente inúteis para nosso clima tropical: patins para gelo, aquecedores de colchões e outras bugigangas caríssimas que muitos acabavam empregando em outras finalidades – um viajante da época informa que percebeu uma maçaneta de uma casa modesta modelada a partir de um patim para gelo, por exemplo...

Foi necessário ainda criar um órgão para cunhar a moeda que circularia por aqui: o Banco do Brasil. Como foi criado na base do compadrio e muita corrupção, teve vida efêmera. Em 1820 teve seus cofres saqueados pela Família Real de volta para Portugal, faliu e acabou sendo liquidado em 1829. Somente em 1835, já no governo de D. Pedro II o Banco do Brasil foi recriado.



Hábitos esquisitos



Havia as esquisitíssimas e regulares cerimônias de beija-mão, acima relatadas.



D. João VI era gordo, flácido e devorador voraz de franguinhos que trazia fritos e desossados nos bolsos de seus uniformes sempre sujos e engordurados. Não conseguia caminhar a pé mais de alguns metros sem sentir extrema fadiga e era, na mais completa acepção do termo, um dos homens mais fracos que já governaram esta nação, mas, surpreendentemente, logrou ser o único a enganar Napoleão Bonaparte e realizou um governo medianamente satisfatório.

Uma vez encontrar-se já em situação de separação definitiva de corpos da princesa Carlota Joaquina, o Autor Tobias Monteiro, apontado por Gomes na obra hora em análise, informa que D. João mantinha relações homossexuais “de conveniência”, particularmente com um de seus camareiros, Francisco Rufino de Souza Lobato cuja função primordial era masturbar o príncipe com regularidade, atividade pela qual Rufino foi recompensado regiamente: recebeu títulos, pensões portentosas e promoções sucessivas.

Numerosas salvas de canhão eram ordenadas a cada entrada de navio na Baía de Guanabara. Um estadunidense surpreso comenta o quanto os portugueses gostavam de gastar sua pólvora, a ponto de se ouvir o troar dos canhões à entrada da Baía ao longo de todos os dias.

Sem esgoto sanitário o lixo era invariavelmente jogado às ruas pelas janelas e, não raro, um passante recebia o “batismo” de dejetos humanos. Classes mais abastadas contavam com escravos encarregados de levar seus dejetos acumulados para despejar na Baía de Guanabara. Ficavam conhecidos como “carijós” pois quando o ácido de urina misturada com fezes caía sobre suas costas deixava em suas peles negras algumas manchas brancas.



Imprensa



Enquanto a Europa se encaminhava a passos largos para a ampliação dos Direitos da Pessoa Humana e do Cidadão, o Brasil recebia um dos mais atrasados representantes do Antigo Regime...

Como a oposição ao governo era um crime gravíssimo, o único jornal com alguns eivores críticos que, mais tarde, contudo, precisou ceder ao governo português, era o Correio Braziliense, que Hipólito da Costa editava em Londres.



Legado



Com todas as fraquezas, todo o medo e covardia, além de toda a corrupção que cercou a fuga da Família Real para o Brasil, devemos o princípio de nossa emancipação política (vulgarmente conhecida como “Independência”) a este episódio, a esta travessia de 1808.

Através de brutais repressões e da concentração autocrática o Brasil – ex-colônia portuguesa – manteve sua integridade territorial, lingüística e, em alguns aspectos “cultural”, ao contrário do Império Colonial Espanhol que se fragmentou em dezenas de Nações distintas.

Quando as cortes em Portugal, já livres de Napoleão Bonaparte e de seus “protetores” ingleses exigiram a volta da Família Real para o Continente além do juramento a uma constituição com alguns lustros de republicanismo, D. João VI – já então na posição de Monarca Português após o falecimento de D. Maria I, “a louca” – deixou o Brasil a cargo de seu filho D. Pedro com a recomendação de, em caso de revolta ou tentativas mais autonomizantes que o desejavam as cortes portuguesas, D. Pedro tomasse a coroa “antes que algum aventureiro o fizesse”. Assim, o Brasil simplesmente passou de pai para filho sem grandes azedumes em 1822. Por incrível que pareça – se é que a palavra “incrível” pode se aplicar a alguma situação no Brasil – os únicos problemas armados envolvendo o episódio conhecido como “Independência”, o 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro rompeu com as cortes portuguesas, foram de alguns portugueses e brasileiros nativos que se rebelaram contra a autonomia desejosos de continuar mamando nas tetas de Portugal. Estes foram repelidos, novamente, com a ajuda de mercenários ingleses contratados pois nossa Marinha estava ainda em projeto...

De mais a mais, como Portugal devia 2 milhões de libras esterlinas à Inglaterra, para reconhecer a autoridade de D. Pedro I sobre o Brasil a ex-metrópole exigiu o repasse da dívida para a nova Nação Brasileira, dando o pontapé inicial em nossa interminável dívida externa – que hoje Lula da Silva “internalizou”: em 2008 devemos mais de 1 Trilhão e 400 Bilhões de Reais “internamente” a empresas como o Grupo Santander, o Citibank, a Monsanto – fabricante do desfolhante “Agente Laranja” -, a IBM – fabricante das máquinas gravadoras de números nos braços dos judeus nos campos de concentração nazistas -, a Ford, a Chrysler... Nossa dívida foi deixando de ser considerada “externa” mas avolumou-se de maneira descontrolada e nossos credores “brasileiros” têm suas matrizes bem longe daqui. Como diz na paródia de nosso hino (também conhecido como “ouvirundum ou “nó suíno”): “o sol da liberdade em raios fugidios brilhou em outra pátria muito distante!”

XoXo,

Malu!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Fallen

Postado por Malu Corrêa às 21:24 0 comentários
Título: Fallen
Autora: Lauren Kate | Editora: Galera
Sinopse: Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no reformatório.

A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado: um incêndio misterioso – que provocou a morte de seu namorado – levou Luce até ali.

Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder— uma verdade que poderia matá-la. Algo que, em suas vidas passadas, Daniel não conseguiu evitar.

XoXo,

Malu!

Angelologia

Postado por Malu Corrêa às 21:03 0 comentários
Título original: Angelology
Autor: Danielle Trussoni
Páginas: 455
Editora: Suma de letras
Nota: 9


Sinopse: No romance de estreia de Danielle Trussoni, best-seller do New York Times, anjos também vivem na Terra e escondem suas asas para não levantar suspeitas. No entanto, sua perfeição imaculada se desfaz quando se apaixonam pelos humanos, seres inferiores. Os descendentes dessa união, os chamados Nefilins, são criaturas híbridas que desejam dominar a humanidade semeando o medo, provocando guerras e se infiltrando nas mais poderosas e influentes famílias da história. No livro, a irmã Evangeline era apenas uma menina quando seu pai a entregou à ordem das Irmãs Franciscanas da Perpétua Adoração, ocupantes do Convento de Santa Rosa, em Nova York. Agora, aos 23 anos, ela se vê subitamente jogada no centro de uma batalha pelo poder na Terra que já se estende por milênios. Os protagonistas desse confronto são os Nefilins e a reclusa Sociedade Angelológica, que, com seus conhecimentos ancestrais, parece ser a única capaz de detê-los. Quando Evangeline se envolve no conflito, sua vida é colocada em risco e o apocalipse parece estar próximo.

XoXo,

Malu!

Halo

Postado por Malu Corrêa às 21:00 0 comentários
Título Nacional: Halo
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 472 páginas
Editora Agir
Tradutor: Regina Lyra e Adalgisa Campos da Silva


Sinopse:

Três anjos são enviados à Terra com planos de se misturarem aos humanos para assegurar a paz e trazer a bondade. Gabriel, o Herói de Deus, um antigo guerreiro que se disfarça de professor de música; Ivy, serafim abençoada com poderes de cura; e Bethany, a mais nova e inexperiente do grupo, enviada como uma jovem estudante para aprender sobre a humanidade.
Após Bethany se encantar com a vida humana, ela começa a viver todas as experiências de uma adolescente normal, até se apaixonar por um rapaz e coloca toda a missão em risco. As forças do mal se aproveitarão dessa situação para pôr seus planos malignos em prática. Um romance de tirar o fôlego, que responderá a pergunta: será que o amor é forte o suficiente para vencer as forças do mal?

XoXo,

Malu!

O morro dos vento uivantes

Postado por Malu Corrêa às 20:43 0 comentários
O Sr. Lockwood é o novo inquilino da Fazenda Thrush Cross, de propriedade de um Sr. Heathcliff. Por cortesia, o Sr. Lockwood vai visitar seu senhorio em Morros Uivantes. Ali ele encontra uma moça, um rapaz e Heathcliff. Ele tenta entender a ligação entre eles e termina por entendê-los de maneira errada. Isto aumenta sua curiosidade para descobrir mais sobre essa família muito estranha. Ele persuade Nelly, a governanta, a lhe contar mais sobre estas pessoas.

A estória retroage ao tempo em que Heathcliff era apenas um menino. O Sr. Earnshaw havia trazido para casa um menino que ele havia encontrado abandonado na rua; este menino é Heathcliff. O Sr. Earnshaw tem um filho, Hindley, e uma filha, Catherine, que tem a mesma idade de Heathcliff. O Sr. Earnshaw favorece Heathcliff e isto deixa Hindley muito furioso. Todos os outros membros da fazenda acham Heathcliff estranho, exceto Catherine, que o adora.

Depois que o Sr. Earnshaw morre, Hindley se volta contra Heathcliff, impedindo sua educação e tratando-o como um trabalhador braçal. Ele faz de tudo para erguer uma barreira entre Catherine e Heathcliff, pois odeia a amizade dos dois. Ele tenta fazer Catherine se dá bem com os Lintons. Os Lintons são uma família rica e respeitada que vive na Fazenda Thrush Cross. O filho dos Lintons, Edgar, começa a gostar de Catherine. Isto gera ciúmes em Heathcliff, mas ele tolera a distância entre ele e Catherine.

Um dia Edgar pede Catherine em casamento e ela aceita. Heathcliff escuta Catherine dizendo a Nelly que ela escolheu Edgar, da família dos Lintons, somente porque ela achava que Heathcliff não é um cavalheiro e que casar com ele estragaria sua reputação e status na sociedade. Heathcliff fica muito magoado, deixa os Ventos Uivantes e vai embora.

Catherine fica arrasada. Ela não pode suportar essa situação. Edgar casa com ela para lhe ajudar a suportar a dor. Ela começa uma nova vida com Edgar, mas um dia Heathcliff retorna. Ele se tornou um cavalheiro e agora é tão desejável quanto Edgar.

O conflito emocional de Catherine começa. Ela quer os dois homens na sua vida. Para conseguir isto ela termina ferindo Linton e a si mesma. Ela nunca consegue sair deste tumulto emocional. Ela dá à luz a uma filha de Edgar e morre.

Heathcliff fica arrasado com a notícia da morte de Catherine. Ele se sente como um leão ferido. Ele declara guerra a todos aqueles que lhe separaram de Catherine. Ele jura tomar vingança. Ele então tem um caso com Isabella, irmã de Edgar, e gera um filho com ela.
O resto da estória mostra como Heathcliff destrói Hindley e toma os Morros Uivantes. Ele trata Hareton, filho de Hindley, da mesma maneira que ele foi tratado anos atrás por seu pai. Ele força a filha de Catherine, Cathy, a se casar com seu filho Linton. Então ele se apodera da Fazenda Thrush Cross.

O romance termina com a morte de Heathcliff e Cathy, a jovem que Lockwood tinha encontrado antes, casa-se com Hareton, o outro rapaz.

XoXo,

Malu!

Querido John

Postado por Malu Corrêa às 20:38 0 comentários
Em Querido John o jovem indomado John Tyree ingressa nas Forças Armadas, depois de uma longa e difícil convivência com o taciturno pai. Aliviado por sair de casa, ele vê o mundo se desdobrar diante de si, com milhares de novas perspectivas, antes ausentes de sua existência.

Ao aproveitar sua primeira licença em visita ao pai, em Wilmington, ele conhece Savannah Lynn Curtis, depois de um incidente com sua bolsa, a qual ele resgata e, depois de posar como herói, é convidado pela garota a se juntar ao seu grupo de amigos, em um churrasco. Um vínculo instantâneo se estabelece entre ambos e eles não conseguem mais ficar distantes um do outro.

Mas o tempo passa e, apesar de acreditar ter encontrado a mulher de sua vida, John é obrigado a retornar para o Exército, após duas semanas de intenso relacionamento afetivo. Savannah promete esperar sua volta, depois do término das obrigações com as Forças Armadas.

O que os dois amantes não podem imaginar é que um único dia e os terríveis eventos que ele testemunha, o fatídico 11 de setembro, quando os Estados Unidos sofrem um inesquecível atentado terrorista, mudará tudo também em suas vidas. Entre o que sente pela mulher amada e as dívidas que assume, a partir de então, com seu país, John é obrigado a fazer uma escolha que pode abalar definitivamente seu relacionamento com Savannah.

O jovem se alista por mais dois anos e o intercâmbio de cartas entre ele e a amada vai adquirindo uma tonalidade menos apaixonada, e as mensagens vão se espaçando, o que pode levar ambos a crer que a conexão entre eles não é intensa o suficiente para transcender o tempo e o espaço e mantê-los unidos.

Ao contrário das histórias de amor tradicionais, John e Savannah não são exatamente almas gêmeas, o que não os impede de constituir uma dupla admirável. Com o tempo, porém, as distinções entre eles ganham força, impulsionadas pela distância. O enredo atinge o ápice quando ele, o jovem rebelde e às vezes rude, recebe uma carta definitiva da garota espontânea e cheia de sonhos. Esta última mensagem pode mudar tudo entre eles. Não é difícil para o leitor, nesse entremeio, se identificar com alguns dos personagens.

Nicholas Sparks reside hoje na Carolina do Norte com a esposa e cinco filhos, depois de atravessar sua juventude em Fair Oaks, na Califórnia. Seu primeiro livro, O Diário de Uma Paixão, também transformado em filme, transformou-se logo em sucesso de público. Seu padrão de romance ideal é o clássico Casablanca, de Michael Curtiz.

XoXo,

Malu!

A ultima musica

Postado por Malu Corrêa às 20:26 0 comentários
Título: A Última Música
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com o pai na Carolina do Norte.
O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar.

É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo- se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida.

XoXo,

Malu

Livro Pretty little liars

Postado por Malu Corrêa às 11:45 0 comentários
A história gira em torno de quatro garotas – de família rica, consumidoras de drogas e bebidas, algumas mimadas… – que moram em uma cidade da Filadélfia, Rosewood e que também além de cada uma possuir seus segredos obscuros, também possuem o segredo do grupo, a “Coisa da Jenna” e são elas: Aria – está apaixonada pelo professor e guarda um segredo a pedido do pai -, Spencer – se apaixona por todos os namorados da irmã -, Emily – está confusa em relação a sua amizade com Maya, a nova garota da cidade, depois de se beijarem – e Hanna – está magra e atraente, sendo uma das garotas mais bonitas da escola (decidiu fazer algo depois de ser chamada de “porca” por seu pai), conseguiu o “cara perfeito” e também tem uma boa amizade com Mona, mas ambas fizeram coisas horríveis para serem bonitas como são hoje.
A trama acontece três anos após o sumiço misterioso da amiga Alison, fazendo as quatro garotas descobrirem que era Ali que as unia, então, no momento, estão separadas e não conversam mais. Mas, ao começarem a receber mensagens maldosas com relação a seus segredos (que somente Alison conhecia) assinadas por A, as quatro amigas são unidas novamente e devem descobrir quem está ameaçando-as.
Algumas partes da tradução de Maldosas que não me agradaram muito, como alguns erros de português e troca de expressões (por exemplo, “Rosewood Day” – o colégio onde as garotas estudam – em uma passagem e “Dia de Rosewood” em outra).

XoXo,

Malu!
 

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